As palavras entram sem pedir licença e eu sento - no meio de
uma cerveja, trepa, amor bruto - e as coloco para fora num desabafo para
Deussabequem. Ainda que eu tenho quem as leia escute receba, mesmo com a
provável indigestão. Penso sempre naqueles que as mantém recém nascidas, no
ventre, apodrecendo.O mau cheiro sempre chega à superfície.
18.2.11
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e esse foi um parto bem vindo!
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